maio 15, 2010

Recorda-me

só assim continuarei a existir na tua vida.
Perdi-me.
Perdi-te.
Perdi-nos.

maio 13, 2010

If you

If you like me, tell me

If you miss me, show it

If you love me, prove it.

maio 12, 2010

PS - I Love You

Às vezes ainda tenho em mim o som e sensação boa dos teus beijos nos meus ombros. Arrepiam-me!

Ainda sinto o calor das tuas mãos nas minhas e ainda te sinto a puxar-me para ti.

Ainda sinto os teus lábios tão tão suaves nos meus...

Ainda consigo rir da maneira tonta com que brincas com os caracóis desajeitados do meu cabelo.

Ainda consigo sentir a suavidade da tua mão a tirar-me o cabelo da cara.

Ainda consigo ouvir-te dizer baixinho ao meu ouvido que sou linda e que gostas muito de mim.

E ainda sinto os teu dedos na minha barriga, numa tentativa de me fazeres cocegas...

É por isto e por mil coisas mais que gosto tanto de ti. Porque tu és sempre tu e eu sou sempre eu, e aceitamo-nos assim, sem necessidade de sermos uma pessoa diferente, para nos agradarmos mutuamente.





Tenho tantas saudades tuas! E ainda faltam tantos dias para voltares... :(

A Pipoca Mais Doce

Porque é a verdade, porque me identifiquei com este texto...

«Há uns dois anos, quando estava a passar pelo maior desgosto de amor de todos os tempos, aquele que me estilhaçou o coração em dois milhões de pedaços, escrevi um texto em que dizia que não era feliz todos os dias. Não era e não fazia questão de o ser. Não tinha particular vontade de sair da cama, menos ainda de vir trabalhar, estar com pessoas, ensaiar conversas de circunstância quando tudo o que me apetecia era estar em silêncio. Não queria pôr cara alegre, porque alegre era tudo o que eu não me sentia. E havia quem levasse isso a peito, quem não estivesse habituado aos meus maus fígados, quem preferisse sempre a pessoa de resposta na língua e piada fácil. Pois. Não fui essa pessoa durante muito tempo e mesmo agora, olhando para trás, acho que alguma coisa se perdeu irremediavelmente. Ou isso ou fui eu que cresci e já não consigo olhar para a vida com o mesmo encantamento. A verdade é que continuo a não ser feliz todos os dias. E, quem disser que o é, só pode estar a querer camuflar qualquer coisa mais obscura. Casamentos, namoros, relações, seja lá de que género, dão trabalho. Sobretudo quando se acredita e se quer que as coisas funcionem. Quando nos estamos a lixar, aí todos os dias são felizes e despreocupados. Quando queremos saber, é lixado. Porque não deixa de haver a vontade de andar aos berros durante uma semana, não deixa de haver a vontade de enfiar a vida inteira nas malas, não deixa de haver a vontade de mandar tudo ao ar. Mas desistir, desistir mesmo, é coisa que custa. Porque por mais berros que se dêem, por maior que seja a vontade de voltar costas e deixar o outro a papaguear sozinho, quando se gosta respira-se fundo. Conta-se até 320. Faz-se um esforço de memória para relembrar só que é bom. E, sobretudo, sabe-se que o dia seguinte será sempre melhor, mesmo que à noite haja palavras tortas e costas voltadas. Sou feliz muitas vezes, quase sempre, mas não sou feliz todos os dias. E sim, às vezes é tamanha a embirração, tamanha a ira, tamanha a falta de paciência para o que não é bom, que dá mesmo vontade de atirar pratos ao chão e gritar "FARTEI-ME!". Nunca parti pratos, já me fartei algumas vezes. Mas nunca as suficientes para bater com a porta de vez. Fica só ali ligeiramente encostada até que um tenha a presença de espírito suficiente para a abir outra vez. Não sou sempre eu, é verdade, mas às vezes sou. Se não forem dois a ceder, de forma alternada ou ao mesmo tempo, a relação tem os dias contados. Sou magnânime nas discussões (estúpida, é a palavra), mas sou mais ainda na forma como as relevo. Como as procuro esquecer a bem da alegria geral. E nem sempre falar sobre tudo é o melhor. Dissecar cada pormenor, cada palavra, às vezes só contribui para o prolongamento da coisa, para mais um round de frases tortas, daquelas que saem da boca sem filtragem. Tantas e tantas vezes já dei por mim a dizer coisas fortes, a saber que estava a esticar a corda até aos limites do impossível. Da outra parte faz-se o mesmo, sem dó nem piedade, que nisto das palavras inconsequentes, daquelas que chegam a cem à hora, em formato seta, não sou só eu que tenho mérito. Quase sempre prefiro um abraço a uma conversa. Os efeitos tendem a ser mais imediatos e apaziguadores.


As relações não são fáceis, ser feliz todos os dias também não. É um investimento, uma aposta constante, um esforço. Sim, sim, sim, um esforço, digam lá o que disserem. Para que tudo corra pelo melhor, para que a felicidade impere a maior parte do tempo, para que se engulam alguns sapos, para que se aceitem algumas injustiças, para ouvir coisas boas e outras que nos partem ao meio de tão más e tão ingratas. Quando não há esforço há conformismo, e esse é o primeiro passo para o fim, para os muitos e muitos dias (meses, anos) de infelicidade total. Não faço ideia se me vai apetecer esforçar para sempre (nem acredito que alguém saiba) e já cá ando há tempo suficiente para saber que o "para sempre" é, tantas vezes, um "até que dê". E, sinceramente, mais vale um "até que dê" em pleno do que um "para sempre" miserável. Dizer que tudo são rosas é que é uma grande mentira. E vocês sabem que sim.»

In A Pipoca Mais Doce

maio 11, 2010

Vi uma t-shirt que é a tua cara

...mas não a comprei! :( Queria dar-te num dia especial (se o houver)...

A cidade pára

O papa passa

Saudades

tantas!

maio 10, 2010

Ser

Queria poder desprender-me de tudo o que neste momento me está a fazer mal, dissecar as entranhas da vida e voltar a ser. Ser eu, Ser feliz, Ser alguma coisa além do que sou hoje!

maio 09, 2010

same direction, same way and same dreams

"Quero, um dia, dizer às pessoas que nada foi em vão... Que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades e às pessoas, que a vida é bela sim e que eu sempre dei o melhor de mim... e que valeu a pena."

When I Look At You

Melodia do adeus

Absolutamente comovente! Porque é mais difícil dizer adeus quando, na verdade, queremos ficar e continuar junto daqueles que amamos. Toca-nos directamente no coração e em todas as recordações de momentos desperdiçados, quando a vida é tão curta! :(

Tolstói

"Todas as famílias felizes são iguais. Cada família infeliz, vive a infelicidade à sua maneira"

maio 05, 2010

abril 30, 2010

O sapato da cinderela


Obra espantosa, exposição fantástica, a criatividade no seu expoente máximo ao serviço da arte e da reinvenção dos nossos paradigmas!

Exposição "Sem Rede" - Museu Colecção Berardo

A não perder!

Sei lá

Há dias em que me sinto uma completa ignorante, em que não sei nada. Não sei o que fazer, o que pensar, o que sentir, o que esperar, o que sonhar... E eu que não gosto nada de andar ao sabor da inércia!

Quando nos perdemos

Será que algum dia nos voltamos a encontrar?

abril 28, 2010