novembro 12, 2006

Reflexão científica sobre o AMOR...



É uma força que a ciência não consegue explicar, nem medir, pois desafia todos os conceitos e teorias. É mais rápido que a luz, está além do tempo e do espaço, ultrapassa o material e nenhum livro o consegue desmistificar. Como é que algo maior que o infinito cabe num pequeno coração?! "A cada coração apaixonado corresponde um amor da mesma intensidade e sentido igual". O amor atrai mais amor, na proporção directa do que é dado e na razão inversa à dureza do coração. Os vectores do amor apontam no sentido da felicidade e a força resultante é maior do que a soma do amor que a forma.





Desafia totalmente as leis lógicas da matemática, pois no amor 1+1=1 e o total é muito mais do que a soma das partes. Os pólos do amor, sejam iguais ou opostos, jamais se repelem. No amor nada se perde, tudo se cria e transforma para melhor.

Ele é invisível, inaudível e inodoro, só o sentimos caso sejamos invadidos por ele. Quando se fala nele todas as leis da física são quebradas: 2 corpos querem ocupar o mesmo lugar no Espaço simultaneamente e, apesar de não-condutores, soltam faísca quando se tocam e o tempo pára quando se beijam. O amor ainda é um quebra-cabeças para a medicina: é uma doença que só faz o bem, começa no coração mas rapidamente se propaga a todo o corpo. Transmite-se por um beijo, um abraço, um toque, uma palavra, um olhar e não há cura, vacina ou tratamento que acabem com ele. Só um coração completamente fechado não corre o risco de contrair o amor.



O amor é aquilo que todas as ciências desconhecem, mas que os verdadeiros amantes sabem de cor. Ele está em todo o lugar, em todos os tempos, em cada átomo do Universo, em cada coordenada do espaço-tempo e não se sabe bem qual o seu início histórico.

Sabemos apenas que é aquilo que todos nós procuramos...

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