Como eu te compreendo amiga... Isto realmente é uma loucura, um desepero infindável, não temos tempo sequer para nos darmos ao luxo de respirar. Sinto-me "feliz" por ver que não sou só eu a sentir-me assim, há mais gente soldiária, ora vejam a saga da loucura!
Bem mas como tu dizes, temos que ir com calma, um passo de cada vez para não haver o perigo de derrocada. Agora uma coisa, depois outra, tudo ao mesmo tempo não dá grandes resultados!
Quando esta fase passar vamos finalmente poder desfrutar das nossas bem merecidas férias. E aí vamos estar aqui a partilhar histórias de um verão intenso...até o setembro espreitar!
Beijinhos pa ti e para todos que partilhem o nosso desespero...
maio 30, 2006
maio 21, 2006
100 tempo...
O meu problema ultimamente é, sem dúvida, falta de tempo... Porque não, de vez em quando, um dia com 48 horas? Não fazia mal a ninguém e só me ajudava!
Pensem nisso, por mim...
Pensem nisso, por mim...
maio 08, 2006
Dúvida...
Por mais estranho que possa parecer, há uma dúvida constante que m assola...e para qual, por mais que pense e volte a pensar não encontro uma resposta satisfatória, ou melhor, que cubra toda a diversidade de casos que vejo ao meu redor.
Estou a falar mais propriamente do acto de limpar, que segundo a minha humilde pessoa, significa efectivamente fazer limpeza, tornar asseado, etc, etc... Mas depois olho para o lado e vejo que o acto de limpeza não passa do acto de dizer "eu fiz limpeza" sem que isso corresponda ao comportamento real. E agora eu pergunto, mas será que existe mais do que um conceito de fazer limpeza? É que se fazer limpeza for deixar as coisas tal e qual como estão, então será mais o acto de nada fazer, mas isso é apenas a minha opinião...por isso, terá que ser feito um estudo mais profundo para que as conclusões empíricas não p0ssam ser revogadas por nenhum pseudo-cientista. Quem sabe uma tese de mestrado, porque não?! Tinha pano para mangas de certeza...
Estou a falar mais propriamente do acto de limpar, que segundo a minha humilde pessoa, significa efectivamente fazer limpeza, tornar asseado, etc, etc... Mas depois olho para o lado e vejo que o acto de limpeza não passa do acto de dizer "eu fiz limpeza" sem que isso corresponda ao comportamento real. E agora eu pergunto, mas será que existe mais do que um conceito de fazer limpeza? É que se fazer limpeza for deixar as coisas tal e qual como estão, então será mais o acto de nada fazer, mas isso é apenas a minha opinião...por isso, terá que ser feito um estudo mais profundo para que as conclusões empíricas não p0ssam ser revogadas por nenhum pseudo-cientista. Quem sabe uma tese de mestrado, porque não?! Tinha pano para mangas de certeza...
Problema Existencial
Será que sou eu que sou maluca??!!
Sinceramente, já coloco a minha sanidade mental em dúvida...
maio 01, 2006
Cont@s e Miss@ng@s
Achei por bem criar um novo blog para poder mostrar o meu trabalho, produto do novo hobby que decidi tornar mais sério. Sendo assim, este continuará a ser o blog de sempre, onde pretendo demonstrar o que está "Do outro lado do espelho" e "Contas e Missangas" será então o meu novo espaço, onde divulgarei todo o meu trabalho. Conto com a vossa visita para deixarem comentários, sugestões, dúvidas...enfim, aquilo que vos aprazer dizer.
Espero que gostem!
Espero que gostem!
abril 30, 2006
Biju Hobby

Este é o meu mais recente hobby que pretendo levar a sério...Desde sempre me lembro de fazer pequenos trabalhos com missangas (fios, pulseiras, anéis...), mas agora que descobri todo este conjunto de materias que nos permite deixar correr a nossa criatividade e fazer bijuteria personalizada, acho que tão depressa não vou querer parar. Para de criar, de inovar, de aprender, de procurar...Em breve terei feito mais trabalhos, os quais pretendo mostrar aqui, para que o meu blog a partir de agora possa também ser um espaço de visita e partilha de experiências para todos aqueles que gostam desta "arte".
Em breve, terei mais novidades!
abril 26, 2006
abril 25, 2006
25 de Abril
No passado...No presente...
E e no futuro!
Porque para além de ser uma data a recordar e, de certo modo, a festejar, falta construir um presente diferente, em que a tão famosa Liberdade esteja, efectivamente garantida: para o branco e para o negro, para o rico e para o pobre, para o letrado e para o iletrado, para o católico e para o não-católico...para TODOS!
Porque o 25 de Abril está longe do ponto de chegada, ainda com um longo caminho a percorrer!
Por isto tudo e muito mais, o 25 de Abril continua a fazer sentido agora e sempre!
abril 24, 2006
abril 23, 2006
abril 19, 2006
Linda morena

Linda morena, morena
Morena que me faz penar
A lua cheia que tanto brilha
não brilha tanto quanto o teu olhar
(...)
Tu és morena, uma ótima pequena
Não há branco que não perca até o juízo
Onde tu passas sai ás vezes bofetão
Toda gente faz questão do teu sorriso
(...)
Teu coração é uma espécie de pensão
de pensão familiar à beira-mar
Ó moreninha, não alugues tudo não!
Deixa ao menos o porão pra eu morar
(...)
Por tua causa já se faz revolução
Vai haver transformação na cor da lua
(...)
Antigamente a mulata era a rainha
Desta vez, ó moreninha, a taça é tua!
(Lamartine Babo e Irmãos Valença)
A luz da eternidade

Foto retirada de: http://www.elitejove.org/
"Se a certeza da morte nos entristece, conforta-nos a promessa da imortalidade. Para os que crêem em Vós, Senhor, a vida não acaba, apenas se transforma."
abril 18, 2006
Dar respostas às dúvidas das crianças...
A novela “Morangos com açúcar” é vista por milhares de pessoas, independentemente da idade que tenham. Não acho que isso seja particularmente grave, pelo contrário, penso que podemos e devemos tirar todo o partido desse facto e, através desta série, que faz as delícias de miúdos e graúdos, devemos passar mensagens pedagógicas: sobre as drogas, sobre o álcool, sobre o tabaco, sobre as faltas, sobre o estudo, sobre a necessidade de praticar exercício físico, sobre as relações amorosas, sobre a sexualidade, sobre as doenças sexualmente transmitidas, sobre a necessidade de usar o preservativo, sobre a relação com o pais, sobre os problemas familiares, sobre as saídas à noite, sobre tudo e mais alguma coisa que diga respeito aos jovens e, sobretudo a esta geração que tem sido, tantas e tantas vezes, apresentada como uma geração vazia de valores.
No entanto, considero que nem todas as crianças, de todas as idades, estão preparadas para assistirem sozinhas a um episódio desta, ou de outras novelas. É aqui que entram (ou devem entrar) os pais, é preciso um acompanhamento eficaz das crianças, sobretudo quando se trata de assuntos tão sensíveis para as crianças e os adolescentes. É preciso explicar-lhes determinados assuntos e complementar a acção educativa e as mensagens transmitidas por esta série. É de salientar que a educação não compete única e exclusivamente às escolas, ela continua em casa e, cada vez mais, através dos conteúdos das séries/filmes que vêem na televisão ou dos jogos de computador/consola.
Este assunto ganhou nova dimensão quando é preciso explicar a uma criança, que nunca tendo lidado com uma situação semelhante, se vê agora confrontada com a morte de um dos seus ídolos e também com a sua continuação na novela. É preciso explicar-lhes a diferença entre a ficção e a realidade, se nunca antes isso foi feito, e, sobretudo, explicar-lhes um assunto tão complexo como a morte. Como explicar a uma criança que aquela pessoa que elas viam todos os dias (e vão continuar a ver por mais alguns) já não está entre nós. As perguntas serão, “para onde é que ele foi?”, “onde é que ele está?”, “porque é que ele não aparece mais nos morangos?”, etc, etc…e precisam de uma resposta, adaptada à idade e à capacidade que a criança demonstra para compreender os vários assuntos.
Alguns especialistas já se debruçaram sobre este assunto e é preciso que os pais, enquanto especialistas nas suas crianças, se preocupem com o mesmo também e levem a cabo a acção que lhes compete. Cada pai ou mãe saberá a melhor forma de explicar ao seu filho o sucedido, mas peço-vos, não deixem de tentar por achar que não são capazes ou por deduzirem que a não existência de perguntas sobre o assunto significa que não existam dúvidas ou confusões. Não se demitam da sua função, que tão importante é na vida das crianças… É preciso falar e não deixar para mais tarde, para outra oportunidade, para outro dia, enfim…para nunca mais! Eu sei que não tenho filhos e que não tenho a mínima noção do que é ser mãe, mas tenho plena consciência do que é ser criança e da necessidade de explicações que nunca chegam e de perguntas que por vergonha eu não colocava. Felizmente, tudo correu bem e tive a capacidade de aprender por mim própria, mas nem todas as crianças a têm e a nem todas as crianças a vida corre de igual modo. Cada vez são mais os problemas que as crianças enfrentam e cada vez mais precocemente, precisamente porque ninguém lhes explica determinadas coisas que podem fazer toda a diferença amanhã.
E quem fala na morte, fala nas questões da sexualidade, do amor, das doenças, das drogas, etc. As dúvidas são muitas e as perguntas também, muitas vezes não são colocadas por falta de “à vontade” ou por vergonha como me aconteceu a mim, mas seja qual for o motivo, não importa, são, em primeiro lugar, os pais que devem estimular uma relação de cumplicidade e, no fundo, de amizade, porque é isso que pais e filhos devem ser em primeiro lugar, amigos! E aos amigos contam-se os segredos, partilham-se experiências e, acima de tudo, colocam-se dúvida e procura-se apoio.
No entanto, considero que nem todas as crianças, de todas as idades, estão preparadas para assistirem sozinhas a um episódio desta, ou de outras novelas. É aqui que entram (ou devem entrar) os pais, é preciso um acompanhamento eficaz das crianças, sobretudo quando se trata de assuntos tão sensíveis para as crianças e os adolescentes. É preciso explicar-lhes determinados assuntos e complementar a acção educativa e as mensagens transmitidas por esta série. É de salientar que a educação não compete única e exclusivamente às escolas, ela continua em casa e, cada vez mais, através dos conteúdos das séries/filmes que vêem na televisão ou dos jogos de computador/consola.
Este assunto ganhou nova dimensão quando é preciso explicar a uma criança, que nunca tendo lidado com uma situação semelhante, se vê agora confrontada com a morte de um dos seus ídolos e também com a sua continuação na novela. É preciso explicar-lhes a diferença entre a ficção e a realidade, se nunca antes isso foi feito, e, sobretudo, explicar-lhes um assunto tão complexo como a morte. Como explicar a uma criança que aquela pessoa que elas viam todos os dias (e vão continuar a ver por mais alguns) já não está entre nós. As perguntas serão, “para onde é que ele foi?”, “onde é que ele está?”, “porque é que ele não aparece mais nos morangos?”, etc, etc…e precisam de uma resposta, adaptada à idade e à capacidade que a criança demonstra para compreender os vários assuntos.
Alguns especialistas já se debruçaram sobre este assunto e é preciso que os pais, enquanto especialistas nas suas crianças, se preocupem com o mesmo também e levem a cabo a acção que lhes compete. Cada pai ou mãe saberá a melhor forma de explicar ao seu filho o sucedido, mas peço-vos, não deixem de tentar por achar que não são capazes ou por deduzirem que a não existência de perguntas sobre o assunto significa que não existam dúvidas ou confusões. Não se demitam da sua função, que tão importante é na vida das crianças… É preciso falar e não deixar para mais tarde, para outra oportunidade, para outro dia, enfim…para nunca mais! Eu sei que não tenho filhos e que não tenho a mínima noção do que é ser mãe, mas tenho plena consciência do que é ser criança e da necessidade de explicações que nunca chegam e de perguntas que por vergonha eu não colocava. Felizmente, tudo correu bem e tive a capacidade de aprender por mim própria, mas nem todas as crianças a têm e a nem todas as crianças a vida corre de igual modo. Cada vez são mais os problemas que as crianças enfrentam e cada vez mais precocemente, precisamente porque ninguém lhes explica determinadas coisas que podem fazer toda a diferença amanhã.
E quem fala na morte, fala nas questões da sexualidade, do amor, das doenças, das drogas, etc. As dúvidas são muitas e as perguntas também, muitas vezes não são colocadas por falta de “à vontade” ou por vergonha como me aconteceu a mim, mas seja qual for o motivo, não importa, são, em primeiro lugar, os pais que devem estimular uma relação de cumplicidade e, no fundo, de amizade, porque é isso que pais e filhos devem ser em primeiro lugar, amigos! E aos amigos contam-se os segredos, partilham-se experiências e, acima de tudo, colocam-se dúvida e procura-se apoio.
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